O MarketingPolitico.com foi indicado para concorrer ao Prêmio Victory Awards, promovido pelo Marketing Político en la Red. Trata-se do único blog em Português e ficamos muito honrados em poder representar o Brasil.A escolha é feita em duas etapas e a primeira delas, pelo júri popular, através da votação pelo Facebook.
Cada voto é muito importante e gostaríamos de contar com a sua ajuda.Basta acessar este link específico do MarketingPolitico.com: ( http://on.fb.me/VA-Gill-C ) e “Curtir” a foto.A votação vai até o dia 15/01!
Para aqueles que já votaram, um super obrigada e se puderem compartilhar essa mensagem, será maravilhoso!
Muito obrigada pela grande ajuda e que 2012 seja um ano de muita paz, sucesso e alegrias para todos.Grande abraço,Gil Castillo
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Os números de 2011
A sala de concertos da Ópera de Sydney tem uma capacidade de 2.700 pessoas. Este blog foi visitado cerca de 22.000 vezes em 2011. Se fosse a sala de concertos, seriam precisos 8 concertos lotados para sentar essas pessoas todas.
Por isso, agradecemos a todos que têm prestigiado o MarketingPolitico.com pelo carinho e interesse em todos esses anos.
Sabemos que 2012 está repleto de novidades que espelham o crescimento e a profissionalização do Marketing Político no Brasil: teremos o Congresso Brasileiro de Estratégias Eleitorais e Marketing Político (Fortaleza), o POLITICOM (Curitiba), além de diversos cursos por todo o país e publicações imperdíveis.
Após o dia 15 de janeiro estaremos de volta e traremos esses e outros assuntos para você.Um Feliz 2012, grande abraço e até lá!!
Faz muito tempo que não atualizo o blog, o que é uma vergonha. Mas, como sempre se diz que “em casa de ferreiro o espeto é de pau”, espero um pouquinho de indulgência! ![]()
O ano de 2011 foi, até aqui, repleto de trabalhos interessantes e contato com pessoas queridas e especiais, que serviram para reforçar a minha fé na importância do Marketing Político profissional e sério. Espero, sempre que sobrar um tempinho, contar um pouco dessas histórias por aqui.
Bem, para voltar à ativa, aqui vai uma atualização: a pedido do amigo e consultor Marcelo Serpa, diretor da Abcop-Rio e Coordenador na UFRJ, gravei um video/bate-papo sobre a internet e as eleições 2012, para que ele apresentasse numa palestra, em Brasília.
Foi de última hora, gravado de improviso, mas já que ele aprovou, posto aqui também para vocês.
Espero que gostem!
O Marketing Político em 2011 está com tudo
Mal as eleições de 2010 haviam acabado, um grupo de profissionais e acadêmicos visionários já estava reunido, planejando o que serão dois dos grandes eventos do Marketing Político brasileiro em 2011: O Politicom e o 1º Festival de Jingles Eleitorais, que acontecerão em São Paulo, na Universidade Presbiteriana Mackenzie, nos dias 03 e 04 de agosto. E tive a grande honra de estar junto a esse grupo!
Ao longo dos próximos meses, o MarketingPolitico.com trará informações completas sobre esse grande evento. E para começar, nada melhor do que uma entrevista com o Prof. Adolpho Queiróz, da Universidade Metodista de São Paulo, que é presidente do Politicom e membro da Abcop.
Entrevista:
Sobre o Politicom – Congresso Brasileiro de Marketing Político:
Esta é a décima edição do Congresso. Quais as novidades da edição 2011?
AQ – Depois de dez anos o Politicom quer e precisa fazer um balanço necessário das suas atividades. Este trabalho, que começou como um projeto de pesquisa que desenvolvo na Universidade Metodista de São Paulo, na orientação de mestrandos e doutorandos na área de Marketing Político, evoluiu para um Seminário, depois um Colóquio, depois um Congresso Brasileiro, transformou-se numa Sociedade Científica e deve continuar crescendo e se atualizando para dar ao Marketing Político visibilidade científica e profissional.
O que vocês pretendem debater neste ano?
AQ – Este ano será de homenagens aos dez anos do Politicom, aos 20 anos da Abcop e debateremos basicamente, a evolução do conceito de Marketing Político no Brasil, tanto do ponto de vista acadêmico, como do mercado profissional.
Nesses 10 anos, como o senhor avalia as discussões acerca do Marketing Político no Brasil?
AQ – O cenário foi de evolução, tanto que demos muitos espaços para a difusão das pesquisas acadêmicas, como o próprio Politicom, a Intercom, ComPós, Abcop, Compolítica, entre outras entidades congêneres, mas do ponto de vista do mercado profissional há muito ainda que se fazer, principalmente trabalharmos para a conscientização dos políticos e partidos de que a área de comunicação e estratégia é fundamental para o êxito nos processos eleitorais e pós eleitorais.
Na sua opinião, essa área ainda sofre certo preconceito, passando a ser mal vista pelos profissionais?
AQ – A “síndorme de Marcos Valério” precisa ser debelada. A área, do ponto de vista profissional, é composta basicamente de profissionais muito qualificados, quer na área de pesquisas de opinião, produção de áudio e vídeo, assessoria de imprensa, estratégias de campanha, entre outras. Do ponto de vista científico, temos hoje no país 32 cursos de pós graduação, muitos dos quais dedicam-se a estudar, pesquisar e debater a interface entre comunicação e política e isso é importante para construir novos olhares sobre as atividades que desenvolvemos.
Como se deu a evolução do Marketing Político brasileiro nos últimos anos?
AQ – Ela saiu dos tempos em que cartas manuscritas, viagens em lombo de burro ou carroças e o telégrafo marcaram as primeiras campanhas eleitorais do presidente Prudente de Morais, em 1894, para num salto histórico, trabalhar com televisão, rádio, jornal, internet. Cobrir um eleitorado de quase 200 milhões de pessoas numa eleição presidencial, como a que tivemos recentemente. Foi uma mudança paulatina de hábitos, costumes, chegada e afirmação de novos veículos. E quanto mais sofisticada vai ficando a eleição, mais dependemos de profissionais e teóricos capazes de nos orientarem sobre como a comunicação deve ser.
Sobre o Festival de Jingles:
Como surgiu a ideia de realizar esse Festival?
AQ – O estudo sobre jingles eleitorais tem despertado interesses país afora. Um estudo pioneiro nesta área foi desenvolvido pelo presidente da Abcop – Associação Brasileira de Consultores Políticos, Carlos Manhanelli. Além disso, temos no Politicom uma atividade chamada “Prêmio Sérgio Arapuã“, que premia planejamentos estratégicos em campanhas eleitorais, do qual o jingle é uma das peças. Destas ações preliminares, decidimos então evoluir para esse festival, homenageando um de seus pioneiros, o compositor Herivelto Martins, que criou, entre outros, o famoso jingle “Caixinha do Adhemar”, para o ex-governador do Estado de São Paulo, Adhemar de Barros.
Vocês pretendem receber a inscrição de jingles de todo o Brasil?
AQ – Iniciamos esta semana o processo de divulgação pelo site do Mackenzie, além de cartazes e anúncios em revista de circulação nacional. como a Revista Politicom e a Revista Imprensa e esperamos contar com a presença de estudantes e profissionais de vários cantos do país.
Os materiais podem ser tanto de Universidades quanto de profissionais do mercado?
AQ – Isso mesmo, estabelecemos duas categorias distintas para atrair profissionais (com total de prêmios de R$ 3.500,00) e os próprios estudantes que já frequentam o nosso congresso (que receberão um total de prêmios de R$ 3.000,00).
Quem fará a avaliação dos melhores jingles?
AQ – A Comissão Organizadora do Festival será presidida pelo professor e maestro Kleber Mazziero, da ESPM e terá ainda na sua composição o professor Ismael Lara, do Mackenzie e da consultora e diretora de relações públicas da Abcop, Gil Castillo. O júri de premiação ainda não podemos divulgar, para evitar desgastes, mas esse júri já está composto.
O Brasil é, de fato, um dos países com maior criatividade e tradição na elaboração de jingles?
AQ – Desde a eleição de Júlio Prestes, em 1929, o jingle é peça chave e decisiva no processo das campanhas eleitorais. valorizá-lo, como estamos fazendo este ano, é dedicar-lhe a honra de homenagem merecidas.
Entrevista: As mulheres e a política
Entrevista concedida ao Jornal O Vale, sobre as mulheres a política.
OV – Como a senhora vê a eleição da Dilma Rousseff (PT), a primeira presidente mulher do país?
Gil Castillo – O machismo vem se arrastando pelos tempos como uma forma vergonhosa de dominação, autoritarismo. O século 20 representou um momento de profundas mudanças neste panorama, pois a mulher passou a conquistar, de forma mais organizada, seus espaços na sociedade. Nesta primeira década do século 21, sobretudo nas culturas ocidentais, temos visto uma projeção cada vez maior da mulher na política, conquistando postos importantes pelo mundo. A eleição de Dilma Rousseff, sob esse ponto de vista, nos traz o tom emblemático e positivo de avanço, modernidade, conquista de direitos.
OV – A Dilma poderá servir como um estímulo para outras mulheres tentarem carreira na política?
Gil Castillo – Creio que ela pode ter bastante influência sobre esse ponto. Assim como o próprio fato de a Marina Silva ter ficado em terceiro lugar [na eleição presidencial], também foi bastante representativo. Se as mulheres podem ser executivas de sucesso, artistas talentosas, trabalhadoras habilidosas ou intelectuais brilhantes, por que não serem governantes ou legisladoras igualmente competentes? Esse pensamento está se consolidando cada vez mais junto ao eleitor. Mas, é óbvio que ainda há um grande caminho a ser percorrido, a ser conquistado paulatinamente. Se assim não fosse, o percentual de mulheres eleitas não seria tão menor do que o dos homens.
OV – A maioria de homens em cargos públicos se deve a uma tradição patriarcal na nossa política?
Gil Castillo – Sim, nossa história política, de maneira geral, está ligada ao coronelismo e a uma exclusão da mulher frente ao voto. Mas, hoje, a mulher tem estado presente nas filiações partidárias, ocupando cargos públicos e atuando para ampliar seu espaço de maneira bastante competente. O processo de conquista foi deflagrado. Agora é continuar a caminhada para diminuir a desigualdade.
OV - O que é uma mulher no poder? Muda o jeito de governar?
Gil Castillo – A mulher tem um olhar mais humano e prático sobre as questões que a cercam, o que pode fazer uma grande diferença na hora de exercer um mandato. Elas representam um avanço imenso tanto para a democracia, quanto para a diminuição das desigualdades sociais. Agora, se utilizarmos o estudo sobre as quatro imagens que são enxergadas em líderes ou políticos pelos cidadãos, categorizadas pelo sociólogo Roger-Gerárd Schwartzenberg, ao trabalharmos uma candidatura feminina temos as mesmas características enxergadas em homens, como ‘pai/mãe’, ‘líder charme’, ‘homem/mulher simples’ e ‘herói/heroína’. Do ponto de vista dos anseios do cidadão, são essas personalidades que espera que cuidem da vida pública.
Para ver a entrevista no link original do Jornal O Vale, clique: Entrevista – Gil Castillo
Natal!
Queridos Amigos,
Natal é época de espalharmos sentimentos positivos. De vivermos o espírito da compreensão, do amor, da solidariedade, partilhando aquilo que nos é especial e bom.
Época para refletirmos sobre nossas conquistas ou nossos “escorregões” durante o ano… e também das eternas promessas de dietas depois das Festas.
É época de abraçarmos bem forte a todos os nossos amigos, sabendo que não apenas as semelhanças mas, em especial, as diferenças é que enriquecem as nossas vidas.
E, é claro, época de escrevermos longas mensagens nos cartões.
Então, um viva às bolinhas brilhantes e coloridas, às imagens de neve neste calor tropical, às rabanadas, aos amigos secretos espalhados por esse mundão, aos abraços bem apertados e à poesia que eles representam. Viva o Natal!
Um beijo a todos,
Gil Castillo
P.S.: Depois das Festas, post novos, verdadeiros e sem enrolação!
Digitalks: Curso imperdível e ótima matéria
ATENÇÃO: atendendo a pedidos de vários alunos, muitos deles ainda em provas ou em entrega de trabalhos, o Digitalks transferiu a data do Curso de São José dos Campos para 05/02/11, um sábado, para atender melhor a todos!
Ao longo de 2010 tive a honra e o prazer de viajar pelo Brasil com a turma nota 1000 do Digitalks.
No dia 19/11, faço a última participação do ano no Curso de Planejamento de Mídias Sociais, justamente na terra que escolhi para viver: o Vale do Paraíba.
O Curso acontecerá em São José dos Campos e tem uma grade bem dinâmica, completa e estará associado ao SMVP2010. Dê uma olhadinha no site do Digitalks e confira!
Ah, estudante paga meia! Você não pode perder!
Bom, para fechar o tema, sugiro aqui o ótimo texto do João Paulo Aguiar, “A Política na Era Digital“, que você também lê na íntegra no site do Digitalks.
A Política na Era Digital
Marketing político não é novidade,
em toda campanha eleitores encontram propagandas desgastadas na televisão, e uma enorme poluição visual nas cidades, com cartazes e cavaletes nas ruas. Porém em 2010 a situação foi diferente, inspirados pela nova possibilidade de uma campanha digital, políticos de todo o país começaram a explorar as novas ferramentas proporcionadas pela internet. Mas em alguns casos as campanhas fizeram mal uso deste veículo, e acabaram por incomodar os eleitores.
Leia mais> A Política na Era Digital
Blog Action Day 2010. Participe!
Políticos travam vale tudo na internet
Matéria de Gilberto Amendola, publicada no Jornal da Tarde – SP
Sem tempo na TV, candidatos produzem minivídeos para a internet onde sobram apelação e situações inusitadas. Entre eles, o ator Tiririca garantindo que vai “ajudar os pobres e a própria família”), Mulher Pera (rebolando, rebolando…) ou Luciana Costa imitando o discurso do Dr. Enéas.
Além de se espalharem pela rede, será que esses vídeos trazem votos? “Geram curiosidade. Risadas. Mas poucos votos. Esse tipo de vídeo atende mais ao ego do candidato. É preciso entender que nem todo mundo está preocupado em ganhar a eleição. Muitos querem virar celebridades e colher frutos no pós-eleição. Podem aparecer em comerciais, programas populares etc”, diz o especialista em marketing político Marco Iten.
Gil Castillo, diretora de relações públicas da Abcop – Associação Brasileira de Consultores Políticos, também não acredita que a “ousadia” dos vídeos na internet traga votos. “Tem uma parcela do eleitorado que vota nestes candidatos como forma de protesto. O Clodovil (Hernandes) foi eleito assim (a deputado federal em 2006). Mas há pouca chance de alguém se eleger usando este expediente.”
Se políticos ainda não encontraram o tom adequado para seus vídeos na internet, a militância jovem mostrou-se familiarizada com a nova linguagem. O goiano Paulo Henrique Reis, 25 anos, conhecido como Dilmaboy; e os Serraboys de Belo Horizonte, da Turma do Chapéu, são pontas de lança da campanha virtual.
Link original da matéria: http://blogs.estadao.com.br/jt-politica/politicos-travam-vale-tudo-na-internet/
A campanha eleitoral começou já tem um mês e as coisas ainda estão devagar.
O debate inaugural na TV foi, previsivelmente, morno e esperamos que o início do horário eleitoral no rádio e TV traga algum brilho à discussão das propostas dos presidenciáveis e futuros governadores.
Nas campanhas legislativas, também parece que a maioria das candidaturas está demorando a decolar, inclusive na web, onde havia uma expectativa maior de originalidade e estratégias de mobilização. Acabamos encontrando poucos casos expressivos. Parece que muitos candidatos ainda não entenderam as possibilidades desse ambiente, apenas “marcando ponto” através de sites e blogs contratados no “Prêt-à-Porter”. Um equivoco total.
A grande vitrine tem sido mesmo o Twitter (para o bem ou para o mal) e num próximo post vamos nos aprofundar no tema.
Por enquanto, gostaria de atender a uma demanda: material sobre a legislação eleitoral 2010.
De quebra, vou postar alguns links com matérias e artigos em que tive a oportunidade de participar no último mês e que constituem um bom resumo do que aconteceu até aqui e sobre as expectativas até o final da campanha.
Espero que gostem!
Material oficial do TSE para download:
• Instruções e Resoluções para as eleições 2010 (TSE)
• Plano de Mídia – Eleições 2010 (TSE) – Arquivo PPS
Matérias e artigos:
• Veja.com > Para especialistas, temperatura morna deve marcar debate
• Gazeta do Povo> A Eleição das Redes Sociais
• O Globo > ‘Debate é melhor que horário gratuito’; para especialistas, candidatos devem apostar também no rádio e na TV
• Jornal da Tarde> Internet vira palco de polêmicas na campanha
• Portal Exame> Internet é importante para militância, mas não ganha eleição
• Campaigns & Elections Magazine> Ciberpolítica y las elecciones de 2010 en Brasil: un gran laboratório.







