As mídias sociais como arma de campanha
O sociólogo Sérgio Amadeu da Silveira, pesquisador do tema e membro do CGIbr (Comitê Gestor da Internet no Brasil), diz que as redes sociais podem ser “fulminantes” na campanha política porque notícias e denúncias podem tomar proporções muito maiores com a repercussão na Internet.
“Principalmente em cidades grandes ou verticalizadas, onde a campanha não acontece tanto na rua, a opinião pública acaba se formando pela Internet”, afirma Amadeu.
Por esse motivo, segundo ele, são poucos os candidatos que ignoram o espaço das redes sociais. A maioria prefere usar perfis virtuais apenas para distribuir material de campanha, mas alguns já olham para os comentários na Internet com um elemento para definir estratégias de marketing.
“Um candidato não pode falar ‘Twitter não me atinge’, porque afeta a imagem dos políticos, sim. Ataques podem acontecer, vão acontecer, e os candidatos têm que estudar melhor como responder”, diz Amadeu.
Trecho extraído de matéria do UOL. Leia toda a matéria clicando AQUI.
Queridos amigos,
Está chegando o tão esperado Congresso Brasileiro de Estratégias Eleitorais e Marketing Político, que acontece em Fortaleza, nos próximos dias 27 e 28. No dia 27, a partir das 21h, haverá o lançamento nacional do livro Internet e Eleições: Bicho de Sete Cabeças?, que tive o prazer de escrever, com a participação do querido amigo e grande consultor Carlos Manhanelli. Segue, neste post, um vídeo-convite. Espero que gostem!
Queridos amigos, repetindo o sucesso da edição anterior, acontece no próximo mês, em Fortaleza, o maior evento de Marketing e Comunicação Política do Brasil, o X Congresso Brasileiro de Estratégias Eleitorais e Marketing Político.
Segundo os organizadores do evento, a expectativa é de reunir 500 participantes, entre profissionais de marketing e comunicação, candidatos, assessores, representantes de partidos políticos imprensa, estudantes e representantes de movimentos sociais.
Será um momento especial para o Marketing Político, já que também serão comemorados os 20 anos de fundação da Abcop – Associação Brasileira de Consultores Políticos.
Segundo o grande amigo Aurizio Freitas, consultor e coordenador do evento, “com o apoio da ABCOP realizamos mais esta edição em Fortaleza, como prova da consolidação do Marketing Político no norte-nordeste brasileiro e da tendência irreversível de modernização das campanhas eleitorais”. E é isso aí: profissionalização, atualização e muito trabalho em 2012!
Estarei lá, batendo um papo sobre Internet e Eleições. Espero por vocês!
Para maiores informações e inscrição no congresso, os interessados devem acessar: www.estrategiaseleitorais.com.br ou manter contato pelos telefones (85)3246-2399, (85)8772-2547 e (85)9606-8117.
No pleito deste ano deve aumentar ainda mais o interesse e adesão dos políticos no mundo da web
“O Brasil é um país com inúmeras realidades e, se considerarmos as eleições de 2012, que movimentarão a vida política de mais de 5.000 municípios, teremos de tudo”. Essa é a opinião da consultora política Gil Castillo. Segundo ela, a exemplo do que já vem acontecendo nas últimas eleições, no pleito deste ano deve aumentar ainda mais o interesse e adesão dos políticos no mundo da web. Isso acontece, porque segundo ela, os próprios eleitores estão debatendo e participando das questões políticas e eleitorais.
“Além disso, por conta de uma legislação ultrapassada, a utilização da internet nas eleições esteve engessada até 2010. O fato é que a internet é um poderoso mecanismo de mudanças sociais e debate democrático. Os políticos que não entenderem sua importância e não aprenderem a se comunicar através dela, estarão menosprezando uma valiosa ferramenta”, aconselha.
Com o grande crescimento e a expansão de perfis e seguidores, muitas pessoas ainda não sabem como utilizar corretamente essa ferramenta. Confira a dica da consultora para tirar proveito dessa onda de interação e aplicá-la no seu voto: candidatos, “o eleitor pode avaliar sua atuação, suas propostas e até seu comportamento, para saber se há coerência em suas ações. Antes do advento da internet e das ferramentas de interação, esse acompanhamento tão próximo não era possível. Isso amplia a qualidade do debate democrático e das possibilidades de escolha do eleitor”.
Confira a matéria original: “Na eleição, uma ferramenta importante”
Políticos cada vez mais conectados
Matéria interessante sobre o uso das mídias sociais pelos políticos paranaenses.
Por Amanda Kasecker – O Estado do Paraná
Senadores paranaenses estão entre os 30 mais influentes no twitter. Deputados e vereadores também já despertaram para as redes sociais
Um levantamento feito pela agência digital de pesquisa em mída Medialogue, entre junho e setembro de 2011, mediu o nível de interatividade dos 513 deputados federais e 81 senadores. A conclusão foi de que muitos deles ainda estão desconectados. Apenas um terço deles oferece contato por e-mail. Menos de 20% fazem consultas aos eleitores usando enquetes on-line. E só 23% dos senadores atualizam um blog regularmente. Claro que existem as exceções. E muitas delas estão no Paraná. O senador Alvaro Dias (PSDB), por exemplo, aparece como o terceiro no Senado com maior número de seguidores no twitter – 35.958. Logo atrás, com 21.095, vem o senador Roberto Requião (PMDB). Ainda segundo a pesquisa, Dias chega a postar um tweet a cada cinco minutos. Na época da pesquisa, o senador contabilizava quase 50 mil tweets.
Os dois senadores paranaenses também aparecem na lista dos 30 políticos mais influentes, de acordo com o ranking de dezembro. O ranking é feito por uma equipe denominada Los 30 Tuiteros, com membros no México, Espanha, Venezuela, Colombia, Chile, além do Brasil. Entre os membros, figuram advogados, professores e especialistas em comunicação política. Dias, que aparece em 10º lugar e Requião em 12º, são ainda os políticos que mais ficam nesta rede social.
Para a consultora política Gil Castillo, a adesão da classe política aos recursos da internet é um processo em evolução. “Temos políticos que utilizam essas ferramentas de comunicação há bastante tempo e com freqüência, enquanto outros ainda não possuem sequer uma página oficial na internet”, diz.
Na Assembleia Legislativa do Paraná e na Câmara Municipal de Curitiba, a maioria dos parlamentares parece já ter se dado conta desta grande ferramenta. O deputado estadual Ney Leprevost foi um deles. No primeiro mandato como deputado, ele conta que tinha certa resistência e dificuldade para se adequar ao mundo virtual. Superado isso, atualmente ele conta com três perfis no Facebook, Orkut e Twitter há mais de dois anos.
“O político que hoje não interage nas redes sociais é quase que um analfabeto hoje. Através das redes sociais recebo reclamações e sugestões, que acabam servindo de base para o trabalho no legislativo. Tive projetos que já surgiram de sugestões de internautas”, conta.
De acordo com o deputado, em outros casos, a internet pode ajudar a medir a opinião da sociedade e auxiliar em questões importantes. A Lei Ficha Limpa do Paraná foi um exemplo, segundo ele. “A opinião popular manifestada no mundo virtual certamente quebrou a resistência de alguns parlamentares para aprovar o projeto”, conta ele, que foi um dos autores.
Além de ser pautado pelos eleitores através das redes sociais, há também quem paute. O vereador Algaci Tulio é um dos exemplos. Com quase 2 mil seguidores, o parlamentar informa diariamente assuntos pertinentes à sessão plenária, comissões permanentes, dentre outros fatos que chegam ao seu conhecimento. “Tenho blog, uma conta no Facebook, o meu site e o Twiter. Tudo ajuda. Boas ideias saem dali e muitas denúncias também. Nas redes sociais, também podemos esclarecer muita coisa com os internautas e eleitores”, explica o vereador. “Por exemplo, acabei de receber pelas redes sociais um material sobre inconstitucionalidade na Secretaria de Trânsito. Vamos verificar”, conta Algaci.
Os políticos e a internet - Dados da pesquisa feita pela agência digital de pesquisa em mída Medialogue entre junho e setembro de 2011:
55% dos senadores não publicam projetos e propostas em seu site
22% dos sites não têm formulário para o eleitor entrar em contato
3% dos deputados federais informam gastos pessoais em seu site
70% dos deputados não publicam sua agenda de compromissos
24% dos deputados respondem emails dos eleitores
14% dos senadores respondem emails dos eleitores
Veja matéria original aqui> “Políticos cada vez mais conectados” - O Estado do Paraná
O MarketingPolitico.com foi indicado para concorrer ao Prêmio Victory Awards, promovido pelo Marketing Político en la Red. Trata-se do único blog em Português e ficamos muito honrados em poder representar o Brasil.A escolha é feita em duas etapas e a primeira delas, pelo júri popular, através da votação pelo Facebook.
Cada voto é muito importante e gostaríamos de contar com a sua ajuda.Basta acessar este link específico do MarketingPolitico.com: ( http://on.fb.me/VA-Gill-C ) e “Curtir” a foto.A votação vai até o dia 15/01!
Para aqueles que já votaram, um super obrigada e se puderem compartilhar essa mensagem, será maravilhoso!
Muito obrigada pela grande ajuda e que 2012 seja um ano de muita paz, sucesso e alegrias para todos.Grande abraço,Gil Castillo
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Os números de 2011
A sala de concertos da Ópera de Sydney tem uma capacidade de 2.700 pessoas. Este blog foi visitado cerca de 22.000 vezes em 2011. Se fosse a sala de concertos, seriam precisos 8 concertos lotados para sentar essas pessoas todas.
Por isso, agradecemos a todos que têm prestigiado o MarketingPolitico.com pelo carinho e interesse em todos esses anos.
Sabemos que 2012 está repleto de novidades que espelham o crescimento e a profissionalização do Marketing Político no Brasil: teremos o Congresso Brasileiro de Estratégias Eleitorais e Marketing Político (Fortaleza), o POLITICOM (Curitiba), além de diversos cursos por todo o país e publicações imperdíveis.
Após o dia 15 de janeiro estaremos de volta e traremos esses e outros assuntos para você.Um Feliz 2012, grande abraço e até lá!!
Faz muito tempo que não atualizo o blog, o que é uma vergonha. Mas, como sempre se diz que “em casa de ferreiro o espeto é de pau”, espero um pouquinho de indulgência! ![]()
O ano de 2011 foi, até aqui, repleto de trabalhos interessantes e contato com pessoas queridas e especiais, que serviram para reforçar a minha fé na importância do Marketing Político profissional e sério. Espero, sempre que sobrar um tempinho, contar um pouco dessas histórias por aqui.
Bem, para voltar à ativa, aqui vai uma atualização: a pedido do amigo e consultor Marcelo Serpa, diretor da Abcop-Rio e Coordenador na UFRJ, gravei um video/bate-papo sobre a internet e as eleições 2012, para que ele apresentasse numa palestra, em Brasília.
Foi de última hora, gravado de improviso, mas já que ele aprovou, posto aqui também para vocês.
Espero que gostem!
O Marketing Político em 2011 está com tudo
Mal as eleições de 2010 haviam acabado, um grupo de profissionais e acadêmicos visionários já estava reunido, planejando o que serão dois dos grandes eventos do Marketing Político brasileiro em 2011: O Politicom e o 1º Festival de Jingles Eleitorais, que acontecerão em São Paulo, na Universidade Presbiteriana Mackenzie, nos dias 03 e 04 de agosto. E tive a grande honra de estar junto a esse grupo!
Ao longo dos próximos meses, o MarketingPolitico.com trará informações completas sobre esse grande evento. E para começar, nada melhor do que uma entrevista com o Prof. Adolpho Queiróz, da Universidade Metodista de São Paulo, que é presidente do Politicom e membro da Abcop.
Entrevista:
Sobre o Politicom – Congresso Brasileiro de Marketing Político:
Esta é a décima edição do Congresso. Quais as novidades da edição 2011?
AQ – Depois de dez anos o Politicom quer e precisa fazer um balanço necessário das suas atividades. Este trabalho, que começou como um projeto de pesquisa que desenvolvo na Universidade Metodista de São Paulo, na orientação de mestrandos e doutorandos na área de Marketing Político, evoluiu para um Seminário, depois um Colóquio, depois um Congresso Brasileiro, transformou-se numa Sociedade Científica e deve continuar crescendo e se atualizando para dar ao Marketing Político visibilidade científica e profissional.
O que vocês pretendem debater neste ano?
AQ – Este ano será de homenagens aos dez anos do Politicom, aos 20 anos da Abcop e debateremos basicamente, a evolução do conceito de Marketing Político no Brasil, tanto do ponto de vista acadêmico, como do mercado profissional.
Nesses 10 anos, como o senhor avalia as discussões acerca do Marketing Político no Brasil?
AQ – O cenário foi de evolução, tanto que demos muitos espaços para a difusão das pesquisas acadêmicas, como o próprio Politicom, a Intercom, ComPós, Abcop, Compolítica, entre outras entidades congêneres, mas do ponto de vista do mercado profissional há muito ainda que se fazer, principalmente trabalharmos para a conscientização dos políticos e partidos de que a área de comunicação e estratégia é fundamental para o êxito nos processos eleitorais e pós eleitorais.
Na sua opinião, essa área ainda sofre certo preconceito, passando a ser mal vista pelos profissionais?
AQ – A “síndorme de Marcos Valério” precisa ser debelada. A área, do ponto de vista profissional, é composta basicamente de profissionais muito qualificados, quer na área de pesquisas de opinião, produção de áudio e vídeo, assessoria de imprensa, estratégias de campanha, entre outras. Do ponto de vista científico, temos hoje no país 32 cursos de pós graduação, muitos dos quais dedicam-se a estudar, pesquisar e debater a interface entre comunicação e política e isso é importante para construir novos olhares sobre as atividades que desenvolvemos.
Como se deu a evolução do Marketing Político brasileiro nos últimos anos?
AQ – Ela saiu dos tempos em que cartas manuscritas, viagens em lombo de burro ou carroças e o telégrafo marcaram as primeiras campanhas eleitorais do presidente Prudente de Morais, em 1894, para num salto histórico, trabalhar com televisão, rádio, jornal, internet. Cobrir um eleitorado de quase 200 milhões de pessoas numa eleição presidencial, como a que tivemos recentemente. Foi uma mudança paulatina de hábitos, costumes, chegada e afirmação de novos veículos. E quanto mais sofisticada vai ficando a eleição, mais dependemos de profissionais e teóricos capazes de nos orientarem sobre como a comunicação deve ser.
Sobre o Festival de Jingles:
Como surgiu a ideia de realizar esse Festival?
AQ – O estudo sobre jingles eleitorais tem despertado interesses país afora. Um estudo pioneiro nesta área foi desenvolvido pelo presidente da Abcop – Associação Brasileira de Consultores Políticos, Carlos Manhanelli. Além disso, temos no Politicom uma atividade chamada “Prêmio Sérgio Arapuã“, que premia planejamentos estratégicos em campanhas eleitorais, do qual o jingle é uma das peças. Destas ações preliminares, decidimos então evoluir para esse festival, homenageando um de seus pioneiros, o compositor Herivelto Martins, que criou, entre outros, o famoso jingle “Caixinha do Adhemar”, para o ex-governador do Estado de São Paulo, Adhemar de Barros.
Vocês pretendem receber a inscrição de jingles de todo o Brasil?
AQ – Iniciamos esta semana o processo de divulgação pelo site do Mackenzie, além de cartazes e anúncios em revista de circulação nacional. como a Revista Politicom e a Revista Imprensa e esperamos contar com a presença de estudantes e profissionais de vários cantos do país.
Os materiais podem ser tanto de Universidades quanto de profissionais do mercado?
AQ – Isso mesmo, estabelecemos duas categorias distintas para atrair profissionais (com total de prêmios de R$ 3.500,00) e os próprios estudantes que já frequentam o nosso congresso (que receberão um total de prêmios de R$ 3.000,00).
Quem fará a avaliação dos melhores jingles?
AQ – A Comissão Organizadora do Festival será presidida pelo professor e maestro Kleber Mazziero, da ESPM e terá ainda na sua composição o professor Ismael Lara, do Mackenzie e da consultora e diretora de relações públicas da Abcop, Gil Castillo. O júri de premiação ainda não podemos divulgar, para evitar desgastes, mas esse júri já está composto.
O Brasil é, de fato, um dos países com maior criatividade e tradição na elaboração de jingles?
AQ – Desde a eleição de Júlio Prestes, em 1929, o jingle é peça chave e decisiva no processo das campanhas eleitorais. valorizá-lo, como estamos fazendo este ano, é dedicar-lhe a honra de homenagem merecidas.
Entrevista: As mulheres e a política
Entrevista concedida ao Jornal O Vale, sobre as mulheres a política.
OV – Como a senhora vê a eleição da Dilma Rousseff (PT), a primeira presidente mulher do país?
Gil Castillo – O machismo vem se arrastando pelos tempos como uma forma vergonhosa de dominação, autoritarismo. O século 20 representou um momento de profundas mudanças neste panorama, pois a mulher passou a conquistar, de forma mais organizada, seus espaços na sociedade. Nesta primeira década do século 21, sobretudo nas culturas ocidentais, temos visto uma projeção cada vez maior da mulher na política, conquistando postos importantes pelo mundo. A eleição de Dilma Rousseff, sob esse ponto de vista, nos traz o tom emblemático e positivo de avanço, modernidade, conquista de direitos.
OV – A Dilma poderá servir como um estímulo para outras mulheres tentarem carreira na política?
Gil Castillo – Creio que ela pode ter bastante influência sobre esse ponto. Assim como o próprio fato de a Marina Silva ter ficado em terceiro lugar [na eleição presidencial], também foi bastante representativo. Se as mulheres podem ser executivas de sucesso, artistas talentosas, trabalhadoras habilidosas ou intelectuais brilhantes, por que não serem governantes ou legisladoras igualmente competentes? Esse pensamento está se consolidando cada vez mais junto ao eleitor. Mas, é óbvio que ainda há um grande caminho a ser percorrido, a ser conquistado paulatinamente. Se assim não fosse, o percentual de mulheres eleitas não seria tão menor do que o dos homens.
OV – A maioria de homens em cargos públicos se deve a uma tradição patriarcal na nossa política?
Gil Castillo – Sim, nossa história política, de maneira geral, está ligada ao coronelismo e a uma exclusão da mulher frente ao voto. Mas, hoje, a mulher tem estado presente nas filiações partidárias, ocupando cargos públicos e atuando para ampliar seu espaço de maneira bastante competente. O processo de conquista foi deflagrado. Agora é continuar a caminhada para diminuir a desigualdade.
OV - O que é uma mulher no poder? Muda o jeito de governar?
Gil Castillo – A mulher tem um olhar mais humano e prático sobre as questões que a cercam, o que pode fazer uma grande diferença na hora de exercer um mandato. Elas representam um avanço imenso tanto para a democracia, quanto para a diminuição das desigualdades sociais. Agora, se utilizarmos o estudo sobre as quatro imagens que são enxergadas em líderes ou políticos pelos cidadãos, categorizadas pelo sociólogo Roger-Gerárd Schwartzenberg, ao trabalharmos uma candidatura feminina temos as mesmas características enxergadas em homens, como ‘pai/mãe’, ‘líder charme’, ‘homem/mulher simples’ e ‘herói/heroína’. Do ponto de vista dos anseios do cidadão, são essas personalidades que espera que cuidem da vida pública.
Para ver a entrevista no link original do Jornal O Vale, clique: Entrevista – Gil Castillo





